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STF convoca audiência sobre crise ambiental e climática no Brasil na véspera de discurso de Bolsonaro na ONU

Ação judicial de quatro partidos (Rede, PSol, PSB e PT) questiona fim do Fundo do Clima. Sessões começam na segunda (21). O ministro Luís Roberto Barroso, do STF Nelson Jr./SCO/STF O Supremo Tribunal Federal (STF) convocou uma audiência pública para debater a crise ambiental no Brasil e as medidas contra as mudanças climáticas do planeta. Quatro partidos políticos – Rede, PSol, PSB e PT – entraram com uma ação devido à pausa do Fundo do Clima. O relator é o ministro Luís Roberto Barroso. As quatro sessões começam nesta segunda-feira (21), às 9h, e terminam na terça-feira (22), às 18h. Serão ouvidos representantes da sociedade civil, ministros e autoridades do governo, professores especialistas, ambientalistas, economistas, banqueiros e representantes do agronegócio no Brasil. (Veja abaixo a lista das pessoas que estarão na audiência pública). O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima está parado. Em maio de 2019, o governo federal descumpriu o prazo e travou 82% do orçamento para enfrentar a mudança climática. Criado em 2009, o fundo apoia projetos para reduzir a emissão de gases que causam efeito estufa e para adaptação do país para os efeitos do aquecimento do planeta, como a falta de água em regiões do semiárido. Partidos de oposição acionam STF contra política ambiental do governo Bolsonaro Brasil precisa retomar a proteção ambiental e destravar Fundo Amazônia, dizem especialistas Além disso, o fundo faz parte da Política Nacional sobre Mudança do Clima, assim como do compromisso brasileiro firmado no Acordo de Paris. No início do mandato, Ricardo Salles dissolveu a Secretaria de Mudanças Climáticas, órgão governamental responsável pelo Fundo Clima, e demitiu duas autoridades de alto escalão que atuavam no combate ao aquecimento global. Em abril do ano passado, um decreto de Bolsonaro extinguiu seu comitê gestor. Na semana passada, o Jornal Nacional noticiou um levantamento feito pelo Observatório do Clima, organização não-governamental que reúne 50 entidades da sociedade civil em prol das medidas contra o aquecimento global e, consequentemente, defende a proteção do meio ambiente. Ministério do Meio Ambiente não gastou nem 1% da verba para preservação, diz levantamento A pesquisa mostra que 1% da verba para preservação do meio ambiente foi aplicada. Com base em dados públicos do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento, os pesquisadores concluíram que, nos primeiros oito meses deste ano, o ministério tinha em caixa mais de R$ 26,5 milhões livres para investir, mas usou pouco mais de R$ 105 mil, 0,4% do que estava disponível. No ano passado, a situação foi similar, de acordo com a ONG: havia a autorização para aplicação de cerca de R$ 8 milhões não reembolsáveis no fomento a estudos, projetos e empreendimentos, somando os dois grupos de despesas. No fechamento do ano, foram usados R$ 718 mil. Servidores dizem em depoimento que governo toma medidas para prejudicar fiscalização ambiental Em carta aberta, servidores do Ibama listam medidas para impedir 'colapso da gestão ambiental federal' Decreto do governo reduz cargos de chefia do ICMbio em unidades de conservação sob comando do órgão A ação Os quatro partidos entraram com uma ação de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, que, como diz o nome, destina-se a proteger os preceitos fundamentais. O documento foi baseado em documentos que foram compilados pelo Observatório do Clima, que apontam que o Fundo do Clima está congelado desde o início do governo de Jair Bolsonaro. “A audiência no STF é histórica porque marca a primeira vez que as mudanças do clima chegam à pauta da Suprema Corte. Espera-se que o Supremo incorpore esse tema fundamental em suas decisões de agora em diante, em especial no contexto de pós-pandemia. A janela está se fechando para o mundo agir contra a crise do clima e o Brasil está andando na direção contrária”, disse Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima. Uma outra ação similar, recebida pela ministra Rosa Weber, também aponta que o Fundo Amazônia está prejudicado – criado em 2008, ele tem como objetivo apoiar medidas contra o desmatamento da floresta nativa do bioma. Nenhum novo projeto foi aprovado e os principais financiadores, Alemanha e Noruega, romperam a parceria com o governo brasileiro. Pré-discurso As audiências no STF ocorrerão na véspera do discurso de Jair Bolsonaro na Assembleia Geral das Nações Unidas. Pela primeira vez na história, devido à Covid-19, a reunião será transmitida online sem encontro pessoal dos líderes. No ano passado, em sua primeira participação na Assembleia, Jair Bolsonaro falou que Amazônia permanece "praticamente intocada" e que "um ou outro país" se portou "de forma colonialista" devido às queimadas na Amazônia e questionou a soberania do Brasil. Pessoas que serão ouvidas a partir de segunda-feira (21): Segunda-feira (21), das 9h às 13h - Autoridades e órgãos públicos Davi Alcolumbre (Presidente do Senado); Rodrigo Maia (Presidente da Câmara dos Deputados); Augusto Heleno (Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República); Marcos Pontes (Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações); André Mendonca (Ministro da Justiça e Segurança Pública); Bento Albuquerque (Ministro de Estado de Minas e Energia); Ricardo Salles (Ministro de Estado do Meio Ambiente); Tereza Cristina (Ministra de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento); Nabil Moura Kadri (Chefe do Departamento de Meio Ambiente e Gestão do Fundo Amazônia no BNDES), e Raphael Duarte Stein (Gerente do Departamento de Meio Ambiente e Gestão do Fundo Amazônia no BNDES); Eduardo Fortunato Bim (Presidente do Ibama); Marcos de Castro Simnovic (Diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservacão do ICMBio); Juan Felipe Negret Scalia (Coordenador-geral de promoção ao etnodesenvolvimento/Funai), Azelene Inacio (Coordenadora regional do Interior Sul/Funai); Jocélio Leite Paulino (Chefe de coordenação técnica local em Delmiro Gouveia/Funai); Dr. Arnaldo Zunizakae (Agricultor); José Mauro de Lima O' de Almeida (Secretário do Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará); Tatiana Schor (Secretária de Ciência e Tecnologia do Amazonas); Rubens Antonio Barbosa (Presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Federação das Indústrias de São Paulo); Alessandro Molon (Deputado federal– PSB). Segunda-feira (21), das 14h30 às 18h15 – Organizações sociais e institutos de pesquisa Inger Andersen (Diretora executiva do Pnuma); Fabiana Alves (Coordenadora de clima e justiça do Greenpeace Brasil); Sônia Guajajara (Coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB); Renato Morgado (Transparência Internacional Brasil); Maria Laura Canineu (Diretora da Human Rights Watch Brasil); Maurício Voivodic (Diretor executivo do WWF Brasil); Karen Oliveira (Gerente de relações institucionais da TNC Brasil); Conectas Direitos Humanos; Instituto Democracia e Sustentabilidade; Marina Motta Benevides Gadelha (Conselheira federal e presidente da Comissão Nacional de Direito Ambiental do CFOAB); Carlos Nobre (Iniciativa “Terceira Via Amazônica”/Projeto Amazônia 4.0); Paulo Moutinho (cientista sênior e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia – Ipam); Brenda Brito (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia – Imazon); Mauricio Guetta (Consultor Jurídico do Instituto Socioambiental – ISA); Mariano Cenamo (Diretor de Novos Negócios do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável – Idesam. Terça-feira (22) – das 9h às 12h30 – Academia Armínio Fraga (Ex-presidente do Banco Central); Ricardo Abramovay (Professor do Departamento de Economia da FEA/USP); Beto Veríssimo (Pesquisador sênior do Imazon); Ingo Wolfgang Sarlet (Professor titular da PUC-RS) e Tiago Fensterfeiner (Defensor Público); Ricardo Galvão (Ex-diretor do Inpe); Izabella Teixeira (Ex-ministra do Meio Ambiente, 2010-2016); Witkowski Frangetto (Gerente de Projetos do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Pnuma); Pedro de Camargo Neto (Master of Science pelo Massachusetts Institute of Technology); Sergio Margulis (Ex-secretário de Desenvolvimento Sustentável da Presidência da República, 2013-2015); David Boyd (Relator Especial das Nações Unidas sobre Direitos Humanos/2018 e Professor na Universidade British Columbia); Thelma Krug (Pesquisadora aposentada do Inpe e vice-presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima – IPCC); Tasso Azevedo (Coordenador-técnico do Observatório do Clima); Bráulio Ferreira de Souza Dias (Professor da UnB e ex-secretário-executivo da Convenção Sobre Diversidade Biológica da ONU); Joana Setzer (Professora da London School of Economics). Terça-feira (22) – das 14h30 às 18h – Atividades empresariais Luciana Villa Nova Silva (Gerente de Sustentabilidade da Natura Brasil); Hugo Barreto (Diretor de Sustentabilidade e Investimento Social da Vale); Pablo Machado (Diretor Executivo de Relações e Gestão Legal da Suzano); Candido Bracher (Presidente do Itaú Unibanco); Marina Grossi (Presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável); Alexandre Mendonça de Barros (Associação Brasileira do Agronegócio); Rodrigo Justus de Brito (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil); Deputados federais Arnaldo Jardim; Zé Vitor, Sergio Souza (Frente Parlamentar da Agropecuária); José Altino Machado (Associação dos Mineradores do Tapajós); Roberto Rodrigues (Organização das Cooperativas Brasileiras e coordenador do Centro de Agronegócio da FGV/EESP); Ricardo Manoel Arioli Silva (Associação Brasileira dos Produtores de Soja); Frank Rogiere de Souza Almeida (Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal); Deputado federal Rodrigo Agostinho (Frente Parlamentar Ambientalista); Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica. Trigueiro: ‘Atos do governo sobre meio ambiente elevam a exposição negativa do ministro’ VÍDEOS: incêndios no Pantanal Initial plugin text
Sun, 20 Sep 2020 08:00:13 -0000
Rio ganha memorial da Covid-19 neste domingo

Monumento de quase três toneladas foi instalado em área verde revitalizada no Cemitério da Penitência, no Caju. Quatro mil vítimas da doença poderão ter seu nome instalado na obra. O Rio ganha neste domingo (20) um monumento para homenagear as vítimas da Covid-19. Em aço oxidado, com 39 metros de comprimento e quase 3 toneladas de peso, a obra foi batizada de Memorial In-finito. Quem são os brasileiros que perderam a vida na pandemia Monumento em homenagem às vítimas da Covid-19 Reprodução A peça foi instalada em uma área verde de 1,3 mil metros quadrados do crematório e Cemitério da Penitência, no bairro do Caju, Zona Portuária da cidade. No total, a obra tem espaço para 4 mil nomes e demorou uma semana para ser montada. Na manhã deste domingo, 30 famílias vão participar da inauguração e homenagear os seus familiares. O monumento faz parte das comemorações do movimento 'O Mundo Unido pela Vida', que acontece em mais de 30 países, para celebrar a vida. Projeto O projeto arquitetônico, cuja concepção começou em junho e envolveu cerca de 50 profissionais de diversos estados e áreas de atuação, foi doado pelo Coletivo Crisa Santos Arquitetos à direção do Cemitério da Penitência, que investiu R$ 300 mil na execução da obra. A arquiteta Crisa Santos, autora da obra, teve a ideia de construir a peça no pico da pandemia depois de percorrer vários cemitérios do país. Ela tem especialização em neurociência pela PUC/RS e há dez anos estuda o comportamento de enlutados, em parceria com médicos, psicólogos e outros especialistas. A arquiteta explica que “a idealização da obra a céu aberto foi para oferecer um local em que os visitantes possam meditar e se conectar com quem partiu. Isso ajuda a ressignificar a morte, especialmente na pandemia, que inviabilizou as despedidas”. Homenagens O Rio de Janeiro chegou neste sábado (19) a 17.634 mortes e mais de 250 mil casos da doença. Somente no município do Rio são quase 100 mil casos de Covid-19. As famílias que quiserem ter o nome de seus parentes no monumento têm que apresentar a certidão de óbito com a causa da morte pela Covid-19 e pagar uma taxa de R$ 125. Obra em homenagem às vitimas da Covid será inaugurada neste domingo Reprodução O administrador do cemitério, Alberto Brenner Júnior, acrescenta que o memorial é extensivo às famílias fluminenses, independente do local onde foram enterrado. “Vamos acolher todas as pessoas que quiseram conhecer a obra e também fazer parte dela”, disse. Também serão homenageados os trabalhadores do setor funerário e de cemitérios. Segundo Brenner Jr., elas “foram ‘guerreiras’, verdadeiros heróis, pois dedicaram a entender os sentimentos das famílias, a acolhê-las com carinho e respeito, abdicando até mesmo da convivência com os seus familiares, já que precisavam preservá-los.” Initial plugin text
Sun, 20 Sep 2020 08:00:11 -0000
De forma unilateral, EUA dizem que vão exigir que sanções da ONU contra o Irã sejam retomadas

Washington está praticamente sozinho, já que as outras grandes potências questionam exigência americana. Para diplomata da ONU, 'nada vai acontecer'. Apesar disso, medida pode aumentar tensões internacionais. Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA, durante coletiva de imprensa em Washington em 15 de agosto Yuri Gripas/Reuters Os Estados Unidos vão exigir unilateralmente neste fim de semana que as sanções das Nações Unidas contra o Irã voltem a vigorar, medida que corre o risco de aumentar seu isolamento, mas também as tensões internacionais. Na noite deste sábado, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, garantiu que as sanções da ONU entrarão "novamente em vigor" e prometeu medidas punitivas para aqueles que as "violarem". "Todas as sanções da ONU contra o Irã voltarão a vigorar neste fim de semana, às 20h00 de sábado (21h00 em Brasília)", disse mais cedo o enviado dos EUA Elliott Abrams. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Mohamad Javad Zarif, reagiu, afirmando que o iminente restabelecimento das sanções da ONU contra seu país é uma "declaração falsa" de Washington, que ele sabe que não vai acontecer. O ministro iraniano disse ainda que a comunidade internacional é quem deve "decidir o que fazer contra as intimidações" diante das sanções secundárias dos Estados Unidos, garantindo que "isso também se aplicará a eles um dia". Washington está praticamente sozinho: as outras grandes potências, Rússia, China, mas também os aliados europeus dos americanos, questionam esta afirmação. Em meados de agosto, o governo Donald Trump sofreu um revés retumbante no Conselho de Segurança da ONU em sua tentativa de estender o embargo de armas convencionais contra Teerã, que expira em outubro. Acusando, em um ataque de rara violência, França, Reino Unido e Alemanha de terem "escolhido alinhar-se com os aiatolás" no poder na República Islâmica, o chefe da diplomacia americana Mike Pompeo desencadeou em 20 de agosto um procedimento polêmico, apelidado de "snapback", e que deveria tornar possível restaurar todas as sanções da ONU contra o Irã um mês depois. As sanções foram suspensas em 2015, quando Teerã se comprometeu, no âmbito de um acordo internacional, a não adquirir armas nucleares. Pirueta jurídica No entanto, Trump, após considerar insuficiente o texto negociado por seu antecessor Barack Obama, retirou os Estados Unidos do acordo em 2018, restabelecendo e até mesmo endurecendo suas próprias sanções bilaterais. Agora, em uma pirueta jurídica, os Estados Unidos invocam seu status de país "participante" desse acordo, que abandonaram com o único objetivo de ativar o "snapback". Quase todos os outros países-membros do Conselho de Segurança questionam a capacidade de Washington de se valer dessa condição e, portanto, não acompanharam sua abordagem. O 'diálogo' continua: o governo Trump finge agir como se as sanções internacionais tivessem sido restauradas, enquanto as outras potências agem como se nada tivesse acontecido. Os norte-americanos "vão afirmar que ativaram o snapback e, portanto, que as sanções devem ser aplicadas novamente", mas "essa ação não tem fundamento legal" e, portanto, não pode "ter consequências jurídicas", afirmou uma fonte diplomática europeia. "Nada vai acontecer", previu outro diplomata da ONU. "Surpresa" de Trump? Um terceiro diplomata lamenta o ato "unilateral" de Washington. "Rússia e China assistem com satisfação, enquanto comem pipoca, e europeus e americanos estão divididos", disse. No entanto, Washington insiste que o embargo de armas será estendido "indefinidamente" e que muitas atividades ligadas aos programas nucleares e balísticos de Teerã serão puníveis internacionalmente. Os americanos também asseguram que seu país "fará tudo que for necessário para garantir que essas sanções sejam aplicadas e respeitadas". "Vamos impedir que o Irã adquira tanques chineses e sistemas de defesa aérea russos", advertiu Pompeo. "Esperamos que todas as nações cumpram as resoluções do Conselho de Segurança", acrescentou. É aqui que o problema corre o risco de criar novas tensões. Donald Trump poderá anunciar as chamadas sanções secundárias para punir qualquer país ou entidade que viole as sanções da ONU, bloqueando seu acesso ao mercado e ao sistema financeiro dos Estados Unidos, ainda que seja um dos únicos líderes mundiais a considerar que as sanções estão em vigor. Seis semanas antes de concorrer a um segundo mandato, ele também pode querer "criar uma surpresa" durante seu discurso de terça-feira na Assembleia Geral da ONU "ao anunciar punição financeira" contra a instituição planetária para "marcar sua insatisfação", teme Richard Gowan, da organização de prevenção de conflitos International Crisis Group. Veja vídeos das principais notícias internacionais:
Sun, 20 Sep 2020 03:41:37 -0000
Lives de hoje: Fernando & Sorocaba, Simone, Moacyr Luz e mais shows para ver em casa

Teresa Cristina e Samba de Opinião também estão na programação de shows on-line deste domingo (20). Fernando & Sorocaba Cadu Fernandes/Divulgação Fernando & Sorocaba, Simone e Moacyr Luz estão entre os artistas que fazem live neste domingo (20). Teresa Cristina e Samba de Opinião também fazem parte da programação de shows on-line do dia. Veja a lista completa com horários das lives de hoje abaixo. O G1 já fez um intensivão no começo da onda de lives, constatou o renascimento do pagode nas transmissões on-line, mostrou também a queda de audiência do fenômeno e a polêmica na cobrança de direito autoral nas lives. Domingo (20) Meninos de Goiás – 15h – Link Fernando & Sorocaba – 16h30 – Link Samba da Opinião – 18h - Link Simone - 18h - Link Moacyr Luz – 19h – Link Teresa Cristina - 22h - Link Semana Pop mostra os momentos em lives que saíram do controle
Sun, 20 Sep 2020 03:01:12 -0000
Emmy 2020 é neste domingo; veja indicados, favoritos e trailers das séries

'Watchmen', 'The Marvelous Mrs. Maisel', 'Succession' e 'Ozark' estão entre os indicados na maior premiação da TV americana. Séries indicadas ao Emmy 2020: 'Maravilhosa Sra. Maisel', 'Ozark', 'Watchmen' e 'Succession' Divulgação O Emmy 2020, maior premiação da TV americana, acontece neste domingo (20). A 72° edição do evento, apresentada pelo comediante Jimmy Kimmel, será totalmente virtual por causa da pandemia de Covid-19. A transmissão do Emmy no Brasil acontece a partir das 21h pelos canais TNT e TNT Séries. A minissérie "Watchmen", sucesso da HBO baseado na HQ, é a produção mais indicada do ano, concorrendo em 26 categorias. Entre os programas com maior número de indicações, "The Marvelous Mrs. Maisel" foi a mais lembrada entre as séries de comédia, com 20 indicações. Nas dramáticas, "Ozark" e "Succession" empataram, presentes em 18 categorias. Veja abaixo os indicados e as apostas nas principais categorias: Melhor série de drama Assista ao trailer de 'Succession' DEVE GANHAR: "Succession" MERECE GANHAR: "Succession" ou "Better Call Saul" "Better Call Saul" "The Crown" "O conto da aia" "Killing Eve" "The Mandalorian" "Ozark" "Stranger Things" "Succession" Melhor série de comédia DEVE GANHAR: "Schitt's Creek" MERECE GANHAR: "What we do in the shadows" “Curb your enthusiasm” “Dead to me” “The good place” “Insecure” “The Kominsky Method” "The Marvelous Mrs. Maisel" "Schitt's Creek" “What we do in the shadows” Melhor minissérie 'Watchmen', série baseada nos quadrinhos, ganha 1º trailer; ASSISTA DEVE GANHAR: "Watchmen" MERECE GANHAR: "Watchmen" “Little Fires Everywhere” “Mrs. America” “Unbelievable” “Unorthodox” “'Watchmen” Melhor ator em série dramática DEVE GANHAR: Brian Cox MERECE GANHAR: Jeremy Strong Jason Bateman - "Ozark" Sterling K. Brown - “This is us” Steve Carell - "The Morning show" Brian Cox - "Succession" Billy Porter - “Pose” Jeremy Strong - "Succession" Melhor atriz em série dramática Assista ao trailer de 'The Morning Show' DEVE GANHAR: Jennifer Aniston MERECE GANHAR: Laura Linney Olivia Colman - “The Crown” Laura Linney - "Ozark" Jennifer Aniston - "The Morning Show" Jodie Comer - “Killing Eve” Sandra Oh - “Killing Eve” Zendaya - "Euphoria" Melhor ator em série de comédia DEVE GANHAR: Eugene Levy MERECE GANHAR: Eugene Levy Anthony Anderson - "Black-ish" Ted Danson - "The good place" Michael Douglas - The Kominsky Method" Eugene Levy - "Schitt's Creek" Don Cheadle - "Black Monday" Ramy Yousseff - "Ramy" Melhor atriz em série de comédia DEVE GANHAR: Catherine O'hara MERECE GANHAR: Catherine O'hara Christina Applegate - "Dead to me" Linda Cardellini - "Dead to me" Rachel Brosnahan - "The Marvelous Mrs. Maisel" Tracee Ellis Ross - "Black-ish" Issa Rae - "Insecure" Catherine O'hara - "Schitt's Creek" Melhor ator em série limitada ou filme para TV DEVE GANHAR: Hugh Jackman MERECE GANHAR: Mark Ruffallo Jeremy Irons - "'Watchmen" Hugh Jackman - "Bad Education" Paul Mescal - "Normal people" Jeremy Pope - "Hollywood" Mark Ruffallo - "I know this much is true" Melhor atriz em série limitada ou filme para TV DEVE GANHAR: Regina King MERECE GANHAR: Regina King Cate Blanchett - “Mrs. America” Shira Haas - “Unorthodox” Regina King - “'Watchmen” Octavia Spencer - “Self made” Kerry Washington - “Little fires everywhere” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama DEVE GANHAR: Billy Crudup MERECE GANHAR: Matthew Macfadyen Giancarlo Esposito - “Better Call Saul” Bradley Whitford - “O conto da aia” Billy Crudup - “The Morning show” Mark Duplass - “The Morning show” Nicholas Braun - “Succession” Kieran Culkin - “Succession” Matthew Macfadyen - “Succession” Jeffrey Wright - "Westworld" Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama DEVE GANHAR: Helena Bonham Carter MERECE GANHAR: Sarah Snook Laura Dern - “Big Little Lies” Meryl Streep - “Big Little Lies” Helena Bonham Carter - "The Crown" Samira Wiley - "O conto da aia" Fiona Shaw - “Killing Eve” Julia Garner - “Ozark” Sarah Snook - "Succession" Thandie Newton - "Westworld" Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia DEVE GANHAR: Alex Borstein MERECE GANHAR: Yvonne Orji Betty Gilpin - “Glow” D'Arcy Carden - “The good place” Yvonne Orji - “Insecure” Alex Borstein - “The Marvelous Mrs. Maisel” Marin Hinkle - “The Marvelous Mrs. Maisel” Kate McKinnon - “Saturday Night Live” Cecily Strong - “Saturday Night Live” Annie Murphy - "Schitt's Creek" Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia DEVE GANHAR: Dan Levy MERECE GANHAR: Andre Braugher Andre Braugher - “Brooklyn 99” William Jackson Harper - “The good place” Alan Arkin - “The Kominsky Method” Sterling K. Brown - “Marvelous Mrs. Maisel” Tony Shalhoub - “Marvelous Mrs. Maisel” Mahershala Ali - "Ramy" Kenan Thompson - "Saturday Night Live" Dan Levy - Schitt’s Creek” Melhor reality show de competição “The masked singer” “Nailed it!” “RuPaul Drag Race” “Top chef” “The voice” Melhor programa de variedades “The daily show with Trevor Noah” “Full frontal with Samantha Bee” “Jimmy Kimmel live!” “Last week tonight with John Oliver” “The late show with Stephen Colbert” Melhor filme para TV “American Son” “Bad education” “Dolly Parton's Heartstrings: These Old Bones” “El Camino: A Breaking Bad Movie” “Unbreakable Kimmy Schmidt: Kimmy vs. The Reverend”
Sun, 20 Sep 2020 03:01:11 -0000
Músicas para descobrir em casa – 'Minha herança: uma flor' (Vanessa da Mata, 2007) com Vanessa da Mata

Capa de 'Sim', álbum de Vanessa da Mata Jacques Dequeker ♪ MÚSICAS PARA DESCOBRIR EM CASA – Minha herança: uma flor (Vanessa da Mata, 2007) com Vanessa da Mata ♪ Canção que fechou o terceiro álbum de Vanessa da Mata, Sim, lançado em 2007, Minha herança: uma flor poderia ter figurado no primeiro álbum dessa cantora e compositora nascida em Alto Garças (MT) em 1976. Apresentada por Maria Bethânia em 1999, como letrista parceira de Chico César na criação da música A força que nunca seca, Vanessa da Mata debutou no mercado fonográfico em 2002 com disco de repertório autoral pautado pela suavidade com leve acento ruralista. Como o álbum Vanessa da Mata (2002) surtiu pouco efeito comercial, a gravadora Sony Music direcionou a artista para o produtor Liminha, arquiteto do segundo álbum da cantora, Essa boneca tem manual (2004). Neste disco, bem-sucedido nas paradas, o som de Vanessa da Mata foi devidamente enquadrado no padrão pop dos anos 2000 para poder alcançar o público jovem. Sim, o álbum de 2007 produzido por Mario Caldato Jr. com Kassin, deu continuidade a esse processo de atualização do som da artista. Contudo, na última faixa das 13 faixas do CD original, havia Minha herança: uma flor, canção de espírito mais interiorano, composta e arranjada somente pela artista. Gravada somente com a voz e o violão tocado pela própria Vanessa da Mata, a música Minha herança: uma flor retrata a essência da compositora, criadora de melodias intuitivas e de letras que parecem seguir fluxo poético próprio, sem submissão às métricas mais triviais. A canção prima pela delicadeza ao versar sobre relação amorosa regada como um jardim, com doses equilibradas de paciência e afeto. O “coração partido” da letra foi reconstruído para gerar “amor tranquilo, pleno”. A canção Minha herança: uma flor ficou esquecida no álbum Sim, mas merece desabrochar, seja na voz de outro intérprete ou mesmo na da própria Vanessa da Mata. ♪ Ficha técnica da Música para descobrir em casa 28 : Título: Minha herança: uma flor Compositora: Vanessa da Mata Intérprete original: Vanessa da Mata Álbum da gravação original: Sim Ano da gravação original: 2007 Regravações que merecem menções: a música Minha herança: uma flor nunca foi regravada. ♪ Eis a letra da música Minha herança: uma flor : “Achei você no meu jardim entristecido Coração partido Bichinho arredio Peguei você pra mim Como a um bandido Cheio de vícios E fiz assim, fiz assim: Reguei com tanta paciência Podei as dores, as mágoas, doenças Que nem as folhas secas vão embora Eu trabalhei Fiz tudo, todo o meu destino Eu dividi, ensinei de pouquinho Gostar de si, ter esperança e persistência sempre A minha herança pra você é uma flor Um sino, uma canção, um sonho Nenhuma arma ou uma pedra eu deixarei A minha herança pra você é o amor Capaz de fazê-lo tranquilo, pleno Reconhecendo no mundo o que há em si E hoje nos lembramos sem nenhuma tristeza Dos foras que a vida nos deu Ela com certeza Estava juntando você e eu Achei você no meu jardim”
Sun, 20 Sep 2020 03:01:10 -0000
Abrigo no Rio acolhe, com amor e respeito, crianças com histórias semelhantes
Nos últimos 35 anos, o Criança Esperança, uma parceria entre Globo e Unesco, já apoiou mais de 6 mil projetos sociais, como o da a Casa de Acolhida da Associação Amar. Abrigo no Rio acolhe, com amor e respeito, crianças com histórias semelhantes Nos últimos 35 anos, o Criança Esperança, uma parceria entre Globo e Unesco, já apoiou mais de 6 mil projetos sociais, como o abrigo que acolhe, com amor e respeito, crianças com histórias muito semelhantes. Dizem que a criança que existe em nós nunca morre. Sandro sofreu abuso e muita violência da família. Mas não deixou de ser um menino brincalhão. Ele fugiu de casa e morou na rua antes de chegar ao abrigo, há dois anos. Sandro: Eu fugi da casa da minha avó. Repórter: Por que? Lá ela não era legal com você? Sandro: Não. Há dez anos, a Casa de Acolhida da Associação Amar, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio, recebe crianças que sofrem maus-tratos. Cerca de 400 já passaram por lá. “Eles vêm aqui muito traumatizados. Então, o desafio maior é ele descobrir que aqui ele pode ter a oportunidade de ser criança, ele voltar a gostar de estudar, ter alegria de viver”, conta José dos Santos, coordenador da Casa de Acolhida da Associação Amar. Na casa os meninos têm reforço escolar e fazem atividades lúdicas. O ideal seria que cada criança morasse na casa no máximo um, dois anos, até que uma família pudesse acolher e cuidar dela como cuidam lá. Mas nem sempre isso acontece. As crianças vão crescendo e aí surge um grande desafio para quem trabalha na casa. Vê-las preparadas, prontas, sem ter para onde ir. A educadora Marcinha não aguentou. Pediu a guarda do Rodrigo quando ele completou 18 anos e precisava ir embora da casa. “Ele virou e falou: não quero ir embora, a minha família está aqui”, diz a educadora Márcia da Silva. Rodrigo passou cinco anos vivendo na casa e, hoje, ajuda os educadores. “Quando eu cheguei aqui nessa casa eu aprontava. Evolui muito, não sabia ler nem escrever”, lembra o estudante Rodrigo Sabino dos Santos. O sonho de Pedro é trabalhar para ajudar a mãe, que passa o dia inteiro no serviço. Ele pediu para ficar na casa, porque morar na comunidade era arriscado. “Quando eu acabava de sair da escola, eu ficava sozinho. E não gostava de ficar muito tempo em casa, e ficava saindo para rua”, diz Pedro. Ele brinca sem perigo, no quintal da casa ao lado. O imóvel foi doado para Casa de Acolhida. Agora a instituição precisa de recursos para fazer a reforma e adaptar o novo espaço para os meninos. Porque a vida lá fora é preparada dentro da casa. “Nós queremos que eles saiam daqui por um lugar melhor que eles saíram, um ambiente de família. Esse é o grande desafio que eu acho que a sociedade pode se abrir, para dar essas oportunidades de serem felizes também com essas crianças”, diz José dos Santos. Saiba mais sobre o projeto Criança Esperança ou como participar da campanha.
Sun, 20 Sep 2020 02:44:13 -0000
Levantamento mostra subnotificação de casos de homofobia e transfobia
Há mais de um ano, numa decisão histórica, o STF entendeu que homofobia e transfobia são crimes de racismo. Um levantamento exclusivo, feito pelo Jornal Nacional, mostra que a aplicação da lei encontra várias barreiras, que levam à subnotificação de casos. Levantamento mostra subnotificação de casos de homofobia e transfobia Há mais de um ano, numa decisão histórica, o Supremo Tribunal Federal entendeu que homofobia e transfobia são crimes de racismo. Um levantamento exclusivo, feito pelo Jornal Nacional, mostra que a aplicação da lei encontra várias barreiras, que levam à subnotificação de casos. Manu Vicente, costureiro, encontrou uma casa para alugar e mandou uma mensagem para o dono. “Perguntei quais eram os requisitos para alugar a casa dele. Aí ele me respondeu que não podia ter barulho, não poderia ter pessoas de outros gêneros, que não fosse um homem ou uma mulher”, explicou. O dono do imóvel respondeu com uma mensagem de áudio: “Simplesmente a gente não quer uma pessoa de outro gênero, que tenha outro gênero sexual. A gente não quer no nosso imóvel”. Manu denunciou o caso à polícia. Esse tipo de preconceito contra pessoas homossexuais, bissexuais, transgêneras não era definido como crime em lei alguma. Mas, desde junho do ano passado, na falta de uma lei específica aprovada pelo Congresso, a homofobia e a transfobia se enquadram como crimes previstos na lei contra o racismo. Essa lei é de 1989. Com a decisão, tomada pelo Supremo Tribunal Federal, passou a ser crime, por exemplo, impedir o acesso de uma pessoa LGBT a um estabelecimento comercial, escola pública ou privada. É crime praticar, induzir ou incitar a discriminação contra essas pessoas. O Jornal Nacional questionou todos os estados, por meio da Lei de Acesso à Informação, para saber quantos casos de homofobia e transfobia foram registrados no primeiro ano após a decisão do STF. Nove estados informaram que não sabem. Não conseguem separar esses dados de outras ocorrências. “As polícias têm a obrigação de atualizar os seus sistemas para poder dar conta das mudanças legislativas, judiciais no sistema penal”, diz o professor de direito da FGV-SP Thiago Amparo. Dois estados deram respostas inconclusivas. Apenas 15 estados e o Distrito Federal informaram as estatísticas. Juntos, eles tiveram 161 casos registrados em delegacias. A Paraíba teve o maior número: 73. “Esses dados, não tenho nenhuma dúvida em afirmar isso, eles não revelam a realidade que a comunidade LGBTI vive no Brasil, que é uma realidade de muita violência ainda. Então, o que nós temos? Subnotificação”, explica o secretário-geral da Renosp-LGBTI+, Anderson Cavichioli. Anderson é delegado e faz parte de uma associação de policiais que lutam contra a homofobia. “A decisão do Supremo é uma decisão judicial, mas ela depende de políticas de segurança pública, que é implementada pelos estados. O que falta é, com certeza, um maior treinamento, um maior investimento em treinamento dos policiais que vão atender a população LGBTI+”, afirma Anderson. A presidente da associação que representa a população LGBT e participou da ação no STF confirma. “A grande maioria das vezes em que uma de nós procura uma delegacia, a gente chega ali e os olhares e o tratamento são de que nós somos as causadoras da violência que sofremos, e não as vítimas. Crime é o preconceito, não a nossa existência”, diz Symmy Larrat, presidente da ABGLT.
Sun, 20 Sep 2020 02:27:36 -0000
EUA se despedem da juíza da Suprema Corte símbolo da luta pelos direitos civis
A morte da líder da ala liberal da Suprema Corte americana provocou comoção nos Estados Unidos. A igualdade entre homens e mulheres norteou, desde cedo, a carreira de Ruth Ginsburg. Morte de Ruth Ginsburg comove EUA A morte da líder da ala liberal da Suprema Corte americana provocou comoção nos Estados Unidos. A igualdade entre homens e mulheres norteou, desde cedo, a carreira de Ruth Ginsburg. Baixinha, magrinha, muito tímida. As aparências enganam. Ruth Bader Ginsburg, de mansinho, mudou a história. Como advogada, professora de Direito e juíza, provou que o tratamento diferente para homens e mulheres fere a igualdade de direitos. Nas ruas as feministas protestavam. Nos tribunais, RBG, como era conhecida, ia tomando decisões que mudavam o mundo. Acabou virando ícone do feminismo. Filmes, livros, bonecas e até fantasias de Halloween fizeram dela a juíza mais popular da Suprema Corte e um exemplo para as meninas. Foi nomeada por Bill Clinton em 1993. Nos últimos anos liderou a minoria na Corte, com fortes críticas às decisões da maioria conservadora. Chamou de impostor o então candidato Donald Trump. Ele exigiu que ela renunciasse. Nos Estados Unidos, o cargo de ministro da Suprema Corte é vitalício. Apesar dos sérios problemas de saúde, RBG trabalhou até o fim. Os eleitores mais conservadores torciam para ela morrer ainda no governo Trump, para ele poder indicar quem irá substituí-la. São nove juízes. Se a maioria dos conservadores passar a ser de seis a três, eles esperam reverter a decisão que legalizou o aborto há quase 50 anos. O último desejo da juíza foi que sua vaga só fosse preenchida pelo presidente que será eleito em novembro, na esperança de que o democrata Joe Biden vença. Mas Trump diz que vai fazer logo a indicação e o nome será levado a votação no Senado. Só que faltam 45 dias para a eleição, não deve dar tempo de substituir RBG até lá. A sucessão dela vai incendiar ainda mais a disputa pela Casa Branca. Na noite de sexta (18) milhares de pessoas fizeram vigília em frente à Suprema Corte em Washington e as homenagens continuaram neste sábado (19). Na comoção popular despertada pela morte da juíza fica claro o papel que ela teve: um metro e meio de pura coragem e um lugar de gigante na história. Em nota, o presidente Trump lembrou o compromisso da juíza Ginsburg com o Direito. Afirmou que ela continuará sendo um modelo de comportamento para as mulheres juristas e que o legado e a contribuição da juíza para a história americana jamais serão esquecidos.
Sun, 20 Sep 2020 02:11:11 -0000
Brasil passa de 4,5 milhões de casos de Covid
Levantamento do consórcio de veículos de imprensa registra 708 mortes por coronavírus em 24 horas. O total de óbitos agora é de 136.565 em todo o país. Brasil passa de 4,5 milhões de casos de Covid O Brasil ultrapassou os 4,5 milhões de casos confirmados pelo novo coronavírus. O último levantamento do consórcio de veículos de imprensa, divulgado às 20h deste sábado (19), registra 30.913 novos casos da doença em 24 horas. Assim, já são 4.528.347 casos confirmados em sete meses. Nas últimas 24 horas, foram registradas 708 mortes por Covid-19. O total de óbitos agora é de 136.565 em todo o país. A média móvel elimina as variações nos diferentes dias da semana e dá uma ideia melhor da tendência da pandemia. A média móvel de mortes aponta estabilidade, com 756 mortes por dia nos últimos sete dias, uma redução de 9% em relação à média de 14 dias atrás. A média móvel de casos está em 30.356 novos casos por dia, uma queda de 23% em relação à média de 14 dias atrás. Como na sexta (18), dois estados estão com alta na média de mortes: Rio de Janeiro, alta de 20%, e Pernambuco, com aumento de 19%. Os estados em estabilidade, onde a média diária de mortes variou até 15%, para mais ou para menos, são 14: Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Amapá, Pará, Bahia, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte. Estão com redução na média diária de mortes o Distrito Federal e mais 10 estados: Santa Catarina, Espírito Santo, Acre, Amazonas, Roraima, Tocantins, Alagoas, Ceará, Paraíba e Sergipe. Veja aqui o mapa do seu estado.
Sun, 20 Sep 2020 01:32:02 -0000

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